quarta-feira, 21 de julho de 2010

Vale de La Luna - La Paz













O Vale da Lua, fica na zona sul de La Paz, um lugar esculpido pela erosão do solo, que é composto de argila e pedras. O vento e a chuva formaram esculturas naturais que obtém várias formas e tamanhos. O Parque do Vale de La Luna, fica uns 15 minutos do centro de La Paz, a entrada sai por uns 4 reais e a trilha completa pode ser feita em 40 minutos, mas vale reservar mais tempo para contemplar todo o percurso.
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domingo, 18 de julho de 2010

La Paz - Bolívia














La Paz é a capital cultural da Bolívia, mesmo a capital oficial sendo Sucre, La Paz é o centro da cultura e costumes Bolivianos, com 3.600m acima do nível do mar La Paz foi construída em um vale e sua parte alta tem 4.000m chamada "El Alto" onde fica o aeroporto. O trânsito é uma loucura para nós brasileiros, porque eles se entendem bem, e é difícil ver algum acidente, o povo é bem hospitaleiro, gente muito pobre e humilde, mas que ri quando deve chorar, sendo 70% da população de origem indígina, sua segunda língua é o Aymará, que é passado de pai para filho e não é ensinado nas escolas. A cidade tem ao fundo o Nevado Illimani com seus 6439m, é o guardião da cidade segundo seus moradores.
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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Bolívia - 2010











A

Ainda em La Paz, breve novas postagens....


segunda-feira, 28 de junho de 2010

Escalando na Bolívia.


Mais uma aventura, agora na Bolívia. Eu e meu amigo Michel, estamos em La Paz, onde vamos escalar o Illimani e o Huayna Potosi, logo novas fotos e postagens, até.....................

domingo, 20 de junho de 2010

Lomas Amarillas.









Com 5.100m de altitude, a montanha Lomas Amarillas, que fica próxima do Cerro Plata, é muito bonita quando vista de cima. As fotos 1 e 2 foram tiradas do Potezuelo e mostram toda beleza da montanha. A escalada é feita no mesmo caminho para quem escala o Plata, até La Royada (4.650m). Deste ponto seguimos pela esquerda numa escalada mista entre gelo e pedras soltas.
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sábado, 5 de junho de 2010

Madrugada Gelada.








Sair para o ataque ao cume não é nada fácil. É preciso acordar às 3 horas da madrugada para conseguir sair às 4, isso quando você consegue dormir, pois na altitude o sono é fracionado. O frio, a falta de ar e o pouco espaço na barraca tornam tudo muito difícil. Quando o sol nasce, a temperatura fica mais suportável, pois na saída da barraca, as 4 horas da madrugada, se o tempo estiver bom, a temperatura estará entre -15º e -20º. Saindo do último acampamento até o cume, dependendo da montanha, a jornada é de 8 a 12 horas de subida, mais algumas horas para retornar até a barraca.
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domingo, 30 de maio de 2010

Lomas Blancas.




O Lomas Blancas tem 3.850m de altitude, fica no Cordón del Plata na Argentina, uma ótima montanha para aclimatação. Saindo dos refúgios de Vallecitos são de de 4 a 5 horas até o cume e mais 3 horas de descida, uma escalada lenta até o topo passando por trechos com muitas pedras soltas, chegando no cume vale contemplar a paisagem e ficar o maior tempo possível para ajudar na aclimatação em altitude.
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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Glaciar de Los Polacos - Aconcágua - Parte Final.


























O Campo 2 (5.800m) fica no início do glaciar. É de onde se faz o ataque ao cume da Via Polacos. A Via pode ser feita pela esquerda(original), onde é mais longa e suave, mas existem muitas gretas (fendas no gelo), ou subir a Via Direta, que não tem gretas mas é bem mais vertical e desgastante fisicamente. A maioria dos alpinistas não entram no glaciar, fazem a chamada "Falsa Polacos", que consiste em partir do Campo 2, fazer a travessia até Independência (6.400m) e seguir pela rota normal. A descida do cume é sempre feita pela rota normal, retornando ao Campo 2. Muitos perderam a vida escalando pelo glaciar, alguns corpos ainda estão lá, a montanha não perdoa erros na Polacos. É fundametal um ótimo preparo físico, bons equipamentos e muita prudência.
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terça-feira, 18 de maio de 2010

Glaciar de Los Polacos - Aconcágua - Parte III - de Plaza Argentina ao Campo 2.
















Subindo a partir do Campo Base (4.200m), logo você encontra vários Penitentes (formações pontiagudas de gelo) e trilhas com pedras soltas. São de 2 a 3 horas de subida até o Campo I (5.100m). Neste ponto ainda é possível obter água sem derreter neve. A subida para o Campo 2 (5.800m) leva de 3 a 4 horas. É recomendável fazer um porteio de equipamentos ao Campo 2, voltar para o Campo 1, descansar mais um dia, e só então subir em definitivo para o Campo 2.
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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Glaciar de Los Polacos - Aconcágua - Parte II - de Casa de Pedras até Plaza Argentina.












Saindo de Casa de Pedras ( 3.240m) é necessário fazer a travessia do rio, onde a água é muito gelada e entrar no Vale da Quebrada del Relincho. São de 7 a 9 horas de jornada pelo vale até chegar ao acampamento base, chamado Plaza Argentina (4.200m). A caminhada é dura, mas a medida que você se aproxima, o Aconcágua mostra sua face mais bonita, com parte da parede sul e todo glaciar bem na sua frente. Perto do base existem grandes formações rochosas que lembram a superfície da lua. O acampamento de Plaza Argentina é bem estruturado com várias empresas prestadoras de serviços e o posto de controle dos Guarda Parques, onde é obrigatório a apresentação do permisso de escalada e a realização de exame médico.
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domingo, 16 de maio de 2010

Glaciar de Los Polacos - Aconcágua - Parte I - de Punta de Vacas até Casa de Pedras.

















A via do Glaciar de los Polacos, no Aconcágua, é mais técnica que a via normal, sendo necessário experiência em travessia de glaciar e uso de equipamentos de escalada em gelo. Depois de comprar o permisso de escalada em Mendoza e alugar mulas em Ponte del Inca, você volta até Punta de Vacas (2.580m) e entra no Valle de Vacas, onde começa a jornada. O transporte até a entrada do vale é feito de Van pelas empresas de mulas, e seus equipamentos serão transportados até o acampamento base chamado Plaza Argentina (4.200m). Entrando no Valle de Vacas, serão 3 dias de caminhada bem puxada até o base. No primeiro dia, caminhamos de 4 a 5 horas, passando por pontes de gelo e trilhas pedregosas, até chegar ao acampamento de Pampa Lenhas (2.950m). Lá existe um posto de controle de Guarda Parques, onde é obrigatório fazer o check-in. No segundo dia, saindo de Pampa Lenhas, são de 6 a 7 horas até o próximo acampamento, chamado Casa de Piedras (3.240m). Chegando em Casa de Piedras, se abre o vale da Quebrada del Relincho, onde se tem a primeira visão do Aconcágua. Descanso e uma boa alimentação são fundamentais para a recuperação, pois o próximo trecho que leva ao base é o mais desgastante. Os arrieros fazem as mesmas paradas com as mulas e também chegam no base em 3 dias.
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terça-feira, 11 de maio de 2010

Aconcágua - Face Noroeste (normal) - Parte Final: de Nido de Condores ao Cume.














Em Nido (5.450m) é aconselhável ficar uns dois dias, depois acampar em Berlin (5.850m) ou Cólera (5.900m). Para chegar ao acampamento de Berlin são duas horas de jornada. Alguns alpinistas partem para o cume direto de Nido e outros fazem o ataque partindo de Berlin. Estes geralmente saem as quatro da madrugada e a temperatura naquela altitude, em média, é de 15 graus negativos à noite, se o tempo estiver ruim, enfrentamos temperaturas de 30 graus negativos e isso é muito comum no Aconcágua. São de oito a doze horas de escalada até o cume, mais três a quatro para voltar ao acampamento. Chegando aos 6.400m você encontra o refúgio de Independência, que está em péssimas condições (sem teto e sem porta), subindo um pequeno glaciar está El Gran Acarreo, fazendo a travessia no Acarreo, está a base da canaleta que leva ao cume. Muito cuidado com acidentes na canaleta, uma perna quebrada pode ser fatal, pois as chances de resgate naquela altitude são muito poucas. O Aconcágua é o topo das Américas, a montanha mais alta do lado ocidental do planeta (6.962m). O cume é uma platô enorme. Quando a cruz é avistada, todo dinheiro gasto, saudade da família e dos amigos, dor, frio, fome... tudo isso é recompensado. Muitos alpinistas não sabem a hora de voltar e usam toda sua energia para chegar no topo, mas esquecem da volta, que é onde acontece 90% dos acidentes em alta montanha. Não ultrapasse seus limites, a montanha vai ficar ali, no mesmo lugar e você poderá voltar em outra oportunidade. E não esqueça: "Alpinista bom, é alpinista que volta para casa."
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